Ah, Geofinder… Lembro bem da época que meus pais tentavam de tudo pra saber onde eu andava. Não com esse app específico, mas com uns parecidos.
Olha, de um lado, a ideia de ter uma “cerca virtual” e saber onde o filho está é super tentadora pra um pai. Eu entendo a preocupação. Mas, do lado de quem era monitorado, posso te dizer que a precisão nem sempre importava tanto quanto a sensação. Se era muito preciso, me sentia sufocado. Se falhava um pouco, era uma chance de respirar.
Sobre a confiabilidade em tempo real, os apps que meus pais usavam até que eram razoáveis na hora de mostrar o mapa, mas aqueles alertas de “entrou na zona X” ou “saiu da zona Y” nunca foram 100% perfeitos. Sempre tinha um pequeno atraso, ou às vezes a localização dava uma viajada por uns minutos. E quer saber? Quando a gente sente que está sendo vigiado demais, a criatividade pra driblar essas coisas aumenta, viu?
Não vou te dizer se esse app em particular é bom ou ruim, mas a experiência mostra que o mais importante sempre foi a conversa. Saber que meus pais confiavam em mim para compartilhar as coisas, e não apenas para serem monitorados, fazia toda a diferença.