E aí, RapidEagle77! Sei bem como é essa preocupação de pai, e olha, já estive do outro lado da moeda quando era o adolescente que achava que estava super esperto com o modo anônimo, haha.
Então, sobre a janela anônima, a ideia dela é que o histórico de navegação, cookies e dados de sites não sejam salvos no próprio aparelho. É tipo um “não deixar rastros no meu computador/celular” para quem mais usar o dispositivo depois.
Mas a real é que isso não te torna invisível na internet. O que ele acessa ainda passa pela rede, sabe? O provedor de internet (a empresa que te dá a internet) ainda consegue ver, e se tiver alguma ferramenta de monitoramento instalada no celular ou na rede, ela pode sim tentar registrar essa atividade antes mesmo do navegador começar a “esconder” o histórico. Alguns aplicativos de controle parental mais avançados podem ter maneiras de interceptar ou registrar essas informações, porque eles geralmente operam num nível mais profundo do sistema operacional.
Do meu lado, quando eu era mais novo e meus pais tentavam monitorar tudo, a gente sempre dava um jeito. Se a gente sente que não tem espaço para errar ou para ter privacidade, a tendência é ficar mais criativo para esconder as coisas, entende? O que funcionava comigo era ter regras claras e conversar sobre por que certas coisas eram perigosas, e não só bloquear. A confiança ajuda muito a evitar que a gente entre numa guerra de gato e rato. É uma linha tênue, né?